domingo, 27 de maio de 2012

Dia da árvore


Este ano, no dia da árvore, fomos todos ver a ribeira da Bemposta  e cumprimentar o nosso amigo sobreiro. Fomos fazer observações e procurar que tipos de árvores existem no campo. Ficámos muito admirados porque os canais de rega estão secos e a ribeira tem muito pouca água. Foi um ano de muita seca e por isso há tão pouca água. Depois fizemos desenhos das árvores que vimos: sobreiros, eucaliptos, pinheiros, acácias, freixos e salgueiros.





















O batizado das cegonhas

Sabem que temos um ninho de cegonhas na nossa escola?
 Elas quase nunca estão lá mas mesmo assim, resolvemos batizá-las para ficarem nossas amigas. Uma chama-se Vanessa e a outra Francisco. Foram os meninos e as meninas que escolheram os nomes.
O problema é que outro dia apareceu lá uma outra cegonha e brigaram. Até desmancharam um bocado do ninho. Agora não sabemos se elas voltam lá ou não, de vez em quando aparece uma delas mas não sabemos se é a Vanessa ou o Francisco.
Mesmo sem as cegonhas estarem presentes nós fizemos uma festa, lanchámos e depois fizemos um baile à maneira. Foi divertido!









Prendas do Dia do Pai

Este ano resolvemos fazer para os nossos pais um calendário enfeitado por nós. Foi um trabalho realizado por todo o Centro Escolar e achamos que os nossos pais ficaram contentes porque um calendário dá sempre jeito, não acham?























Estes são os desenhos que fizemos dos nossos pais. Beijinhos para todos eles!


JI Brunheirinho

Corre corre cabacinha


- Oh velha, eu vou-te comer!
- Não lobo, não me comas que eu estou muito magrinha. Eu vou a casa do meu filho visitar o meu netinho e lá dão-me sempre coisas boas para comer. Quando eu voltar como já estou mais gordinha, então podes me comer.
- Está bem, vai lá e não te demores.


- Mas que demora tem a velha, quando será que a podemos comer?


- Ó filho, tens por aí uma cabaça para eu me meter nela e puder passar pelos lobos no caminho de volta para casa?
- Tenho mãe, tenho uma bem grande. Serve-te?


- Olhem lá, vem aí uma cabaça a rebolar.
- Ó cabaça, viste por aí uma velhinha?
- Não vi velha, nem velhinha, não vi velha nem velhão, corre corre cabacinha, corre corre cabação!


E foi assim que a velhinha esperta conseguiu chegar a casa sem que os lobos lhe fizessem mal.


FIM